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Instrumental


Ao lado da música vocal, desenvolveu-se, gradativamente, a música instrumental. Começou-se por reduzir para órgão ou transpor para instrumentos de corda as melodias vocais das canções polifônicas. Depois surgiram formas típicas como: prelúdios de livre invenção, diálogos instrumentais, tocatas, ricercari, suites, variações, fantasias e sonatas (par suonare).

Dentre as formas de música instrumental má elaboradas, especialmente ressaltaram-se:

- suites ou coleções de danças, como pavanas e galhardas, dentre outras;
- fantasias, utilizando com criatividade os recursos contrapontísticos;
- variações, em que uma melodia principal -geralmente apreciada - era várias vezes repetida, sucessivamente, de modo sempre variado;
- baixo ostinato (em que uma melodia insistia continuamente no baixo, enquanto ocorriam variações nas vozes superiores);
- tocatas ("para tocar" em teclados, geralmente de órgão e cravo);
- canzonas da sonar ou para soar (destinada a grupos de instrumentos);
- ricercari (que significava "procurar" ou "imitação" no instrumento, à maneira contrapontística vocal).



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