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John Fitzgerald Kennedy


John Fitzgerald Kennedy nasceu em 29 de Maio de 1917, em Brookline, Massachusetts, foi um político estadunidense e o 35° presidente dos Estados Unidos da América (1961–1963). Sua família era de descendência irlandesa e católica. Kennedy era filho de Joseph P. Kennedy, embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido no final dos anos 30. Formou-se em direito em Harvard em 1940. Serviu na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, sendo ferido em Guadalcanal em 1943. Condecorado por bravura, afastou-se do serviço militar por problemas na coluna vertebral.

Carreira política

Em 1946, foi eleito pelo Partido Democrata como deputado federal pelo estado de Massachussetts. Reeleito em 1948 e 1950. Em 1952, ganhou de Henry Cabot Lodge Jr., do Partido Republicano, a vaga de seu estado no Senado Federal. Kennedy casou-se em 12 de setembro de 1953 com Jacqueline Bouvier. Nessa época, sofreu duas cirurgias para correção de problemas na coluna vertebral, vindo a quase falecer, recebendo duas vezes o ritual de extrema-unção. Em 1956, já recuperado, foi cotado para ser candidato a vice-presidente na chapa de Adlai Stevenson, que foi derrotado por Dwight Eisenhower.

No início de 1960, Kennedy declarou-se candidato democrata às eleições presidenciais daquele ano. Vencedor de várias primárias, Kennedy foi designado pelo Partido Democrata como candidato à Presidência, escolhendo para compor sua chapa o senador Lyndon B. Johnson, do Texas. O oponente republicano era o então vice-presidente, Richard Nixon. A 8 de novembro de 1960, após uma disputada campanha, Kennedy vence por uma diferença de pouco mais de 100.000 votos, numa das eleições mais apertadas da história americana.

Kennedy tomou posse, sucedendo a Dwight Eisenhower, a 20 de janeiro de 1961. Tão logo assume a presidência, tem que enfrentar uma crise causada pela invasão de Cuba por exilados cubanos com o auxílio da CIA. Assume a responsabilidade pelo fracasso, mas mantém a popularidade. Em junho tem seu primeiro encontro com o premier russo, Nikita Krushev, em Viena. Dois meses depois o Muro de Berlim é construído. 1962 é um ano tão turbulento quando o anterior. A crise dos Mísseis em Cuba leva o mundo próximo ao conflito nuclear, mas Kennedy já mais entrosado com o poder, age com firmeza e ganha admiração mundial. O conflito no Vietnã começa a se agravar e Kennedy envia consultores militares para o sudeste asiático.

Internamente, o governo Kennedy leva a economia a uma recuperação. Porém enfrenta forte oposição do Congresso a levar adiante algumas de suas propostas. No sul do país, a tensão racial se agrava e o Presidente é obrigado a enviar tropas para garantir os direitos civis da população negra.

Kennedy foi o presidente dos EUA que lançou o desafio de chegar à Lua em uma década, que resultou no Projeto Apollo. No famoso discurso em 1961 Kennedy lançou o desafio de "enviar homens a Lua e trazê-los de volta a salvo".

Em discurso na Universidade Rice suas palavras foram: We choose to go to the moon. We choose to go to the moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard ("Nós decidimos ir a Lua. Nós decidimos ir a Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque elas são fáceis, mas porque elas são difíceis").

O assassinato

Pelo verão de 1963, Kennedy preparava-se para iniciar sua campanha à reeleição em 1964. As perspectivas eram boas, visto que o oponente republicano deveria ser o senador Barry Goldwater, um conservador bastante extremista que não era popular. Porém, o estado do Texas, que era de fundamental importância, estava pendendo para os republicanos. Foi então programada uma visita do presidente às principais cidades do estado em 21-22 de novembro. Tendo visitado San Antonio, Houston e Fort Worth, Kennedy vai a Dallas, desfila em carro aberto, e encontra uma multidão entusiasmada. Ao meio-dia e meio do dia 22, passando por uma praça da cidade, Kennedy é atingido por dois tiros, um no pescoço (que também atinge o Governador do Texas Connaly) e outro fatal na cabeça. Kennedy morre em menos de 30 minutos após o atentado. Um ex-marinheiro, Lee Harvey Oswald, de 24 anos, que trabalhava num depósito de onde foram vistos os disparos, foi detido e acusado de assassinar Kennedy. No dia 24, quando Oswald seria transferido de prisão, ele próprio foi assassinado por Jack Ruby.

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