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Artrópodes: 6. Diplópodes

UFRGS | Página 3 Pedagogia & Comunicação

O nome da classe vem do grego diploos, duplo; e podos, pés, e faz referência à presença de um par de apêndices locomotores por segmento do abdome. Cada um dos anéis deste animal leva dois pares de pés, exceto os quatro segmentos iniciais. O primeiro segmento não tem pés e os outros três, apenas um par. Como um piolho-de-cobra pode ter até 100 anéis, o número de pés pode chegar a 400.

Representados pelos embuás (piolho-de-cobra) estes animais são muito parecidos com os quilópodes. Possuem o corpo segmentado, dividido em cabeça, tórax e abdome. Tanto quilópodes quanto os diplópodes possuem olhos simples, não olhos compostos.

Diferentemente dos quilópodes os diplópodes não têm nenhum ferrão, não possuem glândulas de veneno. Apenas têm glândulas que produzem um substância eliminada através de furinhos mínimos (orifícios). Substância que se evapora bem rápido causando um cheiro desagradável, que serve apenas para espantar inimigos. O piolho-de-cobra (cerca de 7.500 espécies) quando tocado se enrola todo, esta outra forma de defesa. A cada segmento saem dois pares de patas articuladas, um par de cada lado do segmento.

Sua reprodução é sexuada, e sua fecundação é interna. Os ovos minúsculos, depositados em grande quantidade em pequenas gretas dão origem a larvas de cerca de 2 mm. Essas larvas têm 6 pés e vão adquirindo os outros nas metamorfoses que sofrem. Todos os tipos de diplópodes são ovíparos.

São herbívoros e vivem embaixo de pedras e folhas mortas ou dentro de troncos de árvores apodrecidos. Assim como os quilópodes, eles procuram sombra e umidade.



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