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Europa: 5. População

Equipe Passeiweb

A Europa possui 743,9 milhões de habitantes, incluindo-se a Rússia. É um continente com elevada densidade demográfica, possuindo, em média, 76 hab./km2 e alta taxa de urbanização.

As regiões com mais de 100 hab./km2 estendem-se em duas faixas: a primeirainclui a Grã-Bretanha, o Norte da França, a Bélgica, a Holanda e o Oeste da Alemanha, prolongando-se até o Norte da Itália; a segunda abrange a República Tcheca, a Eslováquia e o Sul da Polônia. Essas grandes concentrações populacionais correspondem às áreas industriais mais importantes.

Atualmente, a população cresce lentamente, pois os índices de natalidade registrados nos países europeus são bastante baixos (inferiores a 20 por mil).

• Países mais populosos: Rússia, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Ucrânia.
• Países mais povoados: Holanda, Bélgica e Reuno Unido.
• Maiores cidades: Londres, Paris e Moscou.

Origens étnico-linguísticas

Os europeus não formam grupos étnicos uniformes. Os diversos povos que habitaram a Europa, desde a Pré-História, realizaram vários cruzamentos entre si. Posteriormente, com a invasão dos bárbaros provenientes da Ásia, houve novos cruzamentos. A população européia é o resultado dessa mistura racial e está dividida em nove grupos:

1. Germanos - população formada, principalmente, por ingleses, holandeses, belgas e alemães.
2. Latinos - italianos, portugueses, espanhóis e franceses.
3. Eslavos - russos, ucranianos, uigoslavos, poloneses (povos da Europa Central e Oriental).
4. Greco-ilírios - gregos, albaneses e romenos.
5. Fino-úgricos - finlandeses, húngaros, lapões etc.
6. Celtiberos - irlandeses, galeses (País de Gales), bascos etc.
7. Turco-búlgaros - turcos e búlgaros.
8. Leto-lituanos - letonianos e lituanos.
9. Judeus - encontram-se espalhados por todos os países da Europa.

Correntes migratórias

A Europa sempre foi um dos continentes de maior movimentação de correntes migratórias.

Se em séculos anteriores e mesmo no começo deste, tais movimentos se faziam para fora do continente, a partir da década de 1950, com o surgimento do MCE (Mercado Comum Europeu ou União Européia), tal movimento passou a ser interno. Nas décadas de 1960 e 1970, povos como os italiano (principalmente do Sul), portugueses, espanhóis e gregos vão em direção a países mais desenvolvidos como a França e a Suiça à procura de emprego, para substituir a mão-de-obra desses países, principalmente trabalhando em serviços pesados, já que a população desses nações, devido à evolução geral do nível de vida, dedica-se a setores mais leves. Com as oscilantes crises econômicas, a partir de 1973, tal grupo imigrante passou a se tornar uma preocupação, pois o número de empregos caiu e tal contingente, cobrando menos por seu trabalho, obtém o emprego do nativo da nação, criando situações de conflito.

A migração do leste europeu em direção aos páises mais industrializados da Europa Ocidental foi uma constante no final da década de 1980 e início de 1990. E a forte migração da mão-de-obra de países subdesenvolvidos em direção à Europa foi um grave problema para a década de 1990 (xenofobia).

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