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Portugal: 01. Histórico


Nome oficial: República Portuguesa

Capital: Lisboa

Nacionalidade: Portuguesa

Datas nacionais: 10 de junho (Oficialmente Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas) e 01 de dezembro (restauração da independência face à Espanha, em 1640).

Idioma: tem uma língua oficial o português. A língua portuguesa, que descende da língua galaico-portuguesa falada na Idade Média no noroeste peninsular, tem vários dialetos. A língua mirandesa com origem no asturo-leonês não tem estatuto de língua oficial, mas goza de protecção especial desde 1999 e é ensinada facultativamente como segunda língua nas escolas.


Bandeira: é um retângulo com proporções 2:3, dividido verticalmente em verde (a 2/5 do comprimento) e vermelho (3/5). Quando desfraldada, a parte verde fica do lado do mastro, ou do lado esquerdo quando representada graficamente. Centrado na linha de separação entre o verde e o vermelho está o brasão de armas de Portugal, consistindo numa esfera armilar sobreposta pelo tradicional escudo português, que é de prata, com cinco escudetes de azul carregados de cinco besantes de prata e bordadura de vermelho, com sete castelos de ouro. A bandeira foi oficialmente adaptada a 30 de Junho de 1911, mas era já usada desde a revolução de 5 de Outubro de 1910.

Dizia-se durante o Estado Novo, o regime Nacionalista e autoritário que governou o País de 1933 até 1974, que o verde representava as florestas de Portugal e que o vermelho representava o sangue dos que tinham morrido ao serviço da Nação. Esta definição das cores é hoje aceita com variações, no entanto o significado original é muito mais obscuro.

Os cinco pontos brancos representados nos cinco escudos no centro da bandeira fazem referência a uma lenda relacionada com o primeiro rei de Portugal. A história diz que antes da Batalha de Ourique (26 de Julho de 1139), D. Afonso Henriques rezava pela proteção dos portugueses quando teve uma visão de Jesus na cruz. D. Afonso Henriques ganhou a batalha, e em sinal de gratidão incorporou o estigma na bandeira de seu pai, que era uma cruz azul em campo branco.

Os sete castelos representam as vitórias dos portugueses sobre os seus inimigos, e são também o símbolo do Reino do Algarve. Os castelos são: Castelo de Albufeira, Castelo de Aljezur, Castelo de Cacela, Castelo de Castro Marim, Castelo de Estômbar, Castelo de Paderne e Fortaleza de Sagres.

HISTÓRICO

Portugal constituiu-se como reino independente com D. Afonso I, duranto cujo reinado se conquistaram Santarém, Lisboa e Évora aos Muçulmanos. Terminada a Reconquista do território português em 1249, a independência do novo reino viria a ser posta em causa várias vezes por Castela, na sequência da crise de sucessão de D. Fernando I, que culminou na batalha de Aljubarrota, em 1385.

Com o fim da guerra, Portugal deu início ao processo de exploração e expansão conhecido por Descobrimentos, entre cujas figuras cimeiras figuram o infante D. Henrique, o Navegador, e o rei D. João II. O cabo Bojador foi dobrado por Gil Eanes em 1434, e a exploração da costa africana prosseguiu até que Bartolomeu Dias, já em 1488, comprovou a comunicação entre os oceanos Atlântico e Índico dobrando o cabo da Boa Esperança. Em rápida sucessão, descobriram-se rotas e terras na América do Norte, na América do Sul, e no Oriente, na sua maioria durante o reinado de D. Manuel I, o Venturoso. Foi a expansão no Oriente, sobretudo graças às conquistas de Afonso de Albuquerque que, durante a primeira metade do século XVI, concentrou quase todos os esforços dos portugueses, muito embora já em 1530, D. João III tivesse iniciado a colonização do Brasil. Foi no seu reinado que se atingiram o Japão e, provavelmente, a Austrália.

O desastre militar da batalha de Alcácer-Quibir, em 1578, na qual faleceram ou desapareceram o rei D. Sebastião e boa parte da nobreza portuguesa deu origem a uma nova crise de sucessão, 1580, a qual resultou, desta vez, na subida ao trono português de Filipe II de Espanha. Somente em 1640 seria restaurada a independência sob D. João IV, da casa de Bragança.

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