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A ditadura Salazarista


Uma República Parlamentar de leve tendência esquerdista foi instalada em Portugal, em 1910, mas derrubada em 1926 por um golpe militar. O regime, formalmente inaugurado em 1928, tinha como Ministro da Fazenda Antonio de Oliveira Salazar, que baseou sua política no modelo de Mussolini. Com isso, conseguiu satisfazer os burgueses e fez crescer seu prestígio nacional. Sua influência aos poucos ia tornando-se decisiva e ele passou a preparar a ditadura.

Em 1930, Antonio de Oliveira Salazar fundou a União Nacional, movimento ultranacionalista de pretensões corporativista, assumindo, em 1932, a condição de chefe de estado, iniciando aí o totalitarismo.

No ano seguinte, promulgou-se a Constituição que inaugurava o Estado Novo e que trazia todos os princípios fascistas por excelência: adoção do partido único, proibição das manifestações populares, criação de polícia política, propaganda de massa, perseguição aos inimigos do regime etc.

A ditadura salazarista ao contrário dos períodos de Hitler e Mussolini, atravessou a Segunda Guerra e chegou à década de 70. Salazar morreu em 1970, mas a ditadura ainda teve fôlego para durar mais quatro anos. Até que explodiu a revolução popular, a Revolução dos Cravos.

A Revolução dos Cravos foi o momento que derrubou a ditadura salazarista em Portugal, em 1974.

O Segundo Tempo Modernista português coincide com a implantação do regime militar (1926), após sucessivas crises dos governos republicanos.

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