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Europa - O domínio espanhol sobre Portugal


Em 04 de agosto de 1578, o delírio megalomaníaco do jovem rei D. Sebastião de anexar a Portugal o norte da África (Marrocos) desmoronou nas areias de Alcácer Quibir, na fragorosa derrota do exército luso. D. Sebastião não deixava descendentes diretos, e o país, já abalado pela concorrência da Holanda e da Inglaterra, não tinha forças para constituir uma nova casa real. Assim, em 1580, Felipe II, da Espanha, é proclamado monarca de Portugal, por ser o parente mais próximo de D. Sebastião na linha sucessória.

Sob o domínio filipino (Felipe II, III e IV), Portugal tornou-se uma nação periférica no contexto europeu, e parte significativa da nobreza, do clero e da burguesia aderiu ao domínio espanhol. Parte da corte, artistas e intelectuais foram se abrigar em Madri e passaram a falar e escrever a língua castelhana. Alinhados com a Casa da Áustria - os Habsburgos - Portugal e Espanha configuram o modelo absolutista católico que patrocinou a Contra-Reforma e seus mecanismos repressores: a Inquisição, o Tribunal do Santo Ofício e o Index Librorum Prohibitrum.

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