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Questões: O livro das ignorãças, de Manoel de Barros


1. (UNILAVRAS) Com base na leitura de O livro das Ignorãças, de Manoel de Barros, é CORRETO afirmar que, nessa obra, a poesia:

(A) Utiliza versos brancos livres como forma de erudição.
(B) Demonstra a importância das coisas pequenas para o poeta.
(C) Demonstra que a voz do poeta é diferente da voz de qualquer pessoa.
(D) Reflete o estranhamento do poeta em relação à natureza.
(E) Utiliza a Língua Portuguesa de forma convencional.


2. (UNILAVRAS) Com base nO Livro das Ignorãças, de Manoel de Barros:

I - É um livro de poemas, embora tenha uma composição parecida com a prosa.
II - Nele o poeta demonstra sua contemplação frente à natureza.
III - Trata-se de uma obra clássica do Parnasianismo, com versos metrificados e rimados.

(A) Somente as afirmativas I e II são corretas.
(B) Somente as afirmativas II e III são corretas.
(C) Somente a afirmativa III está correta.
(D) Somente a afirmativa I está correta.
(E) Somente a afirmativa II está correta.


3. (UNILAVRAS) Sobre a obra O Livro das Ignorãças de Manoel de Barros:

I - O livro é dividido em três partes: “Uma Didática da Invenção”, “Os Deslimites da Palavra” e “Mundo Pequeno”. Três partes independentes que se entrecruzam.

II - O livro propõe que se deve livrar as palavras de seu estado normal, fazendo-as delirar, há também a necessidade de livrar as coisas de sua utilidade usual, tirando-as do uso que elas têm no dia-a-dia. É o que o poeta chama de "desinventar” objetos.

III - No primeiro poema do livro, temos a idéia do desaprender, da necessidade que o poeta vê de a poesia enlouquecer a língua, tirando-a dos lugares comuns em que se encontra: "Desaprender oito horas por dia ensina os princípios."

(A) Todas as alternativas estão incorretas
(B) Todas as alternativas estão corretas
(C) Estão corretas as alternativas I e II, apenas.
(D) Estão corretas as alternativas II e III, apenas.
(E) Estão corretas as alternativas I e III, apenas.


4. (UNEMAT) A poética de Manoel de Barros compõe-se de elementos lingüísticos articulados que permitem ao leitor sair do lugar comum, transformando-o em crítico da realidade. Diante do exposto, analise o poema e julgue os itens:

Descobri aos 13 anos que o que dava prazer nas
leituras não era a beleza das frases, mas a doença
delas.
Comuniquei ao padre Ezequiel, um meu
preceptor, esse gosto
Esquisito.
Eu pensava que fosse um sujeito
escaleno
- Gostar de fazer defeitos na frase é
muito
Saudável, o Padre disse.
Ele fez um limpamento em seus receios
(...)
Você não é de bugre? – ele continuou.
Que sim, eu respondi.
Veja que bugre só pega por desvios, não
anda em
Estradas
Pois é nos desvios que encontra as
melhores
Surpresas e os ariticuns
maduros
(O livro das ignorãças, p. 87)

(Verdadeiro) 1. A composição do poema volta-se para a concretização da realidade fragmentada.
(Falso) 2. Como sua poesia não é utilitária, a imagem que dela se projeta é comum, equilibrada e natural.
(Falso) 3. O desvio da ordem ocorre na transparência do signo lingüístico.
(Verdadeiro) 4. No espaço identitário do bugre e na quebra da ordem sintática e semântica, o poeta recria a tranqüilidade vivida entre os homens.


5. (UNEMAT) A evolução da linguagem artística em Manoel de Barros se faz por meio de processos de reação às linguagens estabelecidas, questionando o absurdo da existência do homem na história. Tal proposta tem como objetivo evidenciar uma visão de mundo do homem moderno e suas relações materiais e imateriais que convergem para a totalidade do ser, revelada pela e na linguagem. Leia o fragmento poético e julgue os itens:

Para agradar as intimidades do mundo é preciso saber:
A) Que o esplendor da manhã não se abre com faca.
b) O modo como as violetas preparam o dia para morrer
c) por que as borboletas de tarjas vermelhas têm devoção por túmulos
(...)
Desaparecer oito horas por dia ensina princípios
. (O livro das ignorãças, p. 9).

(Verdadeiro) 1. O papel da livre fantasia constrói as imagens que não se limitam ao imposto pela lógica racional.
(Falso) 2. O espaço geográfico é limitado apenas à fantasia.
(Verdadeiro) 3. Há na inversão das relações homem e coisa a revelação de imagens desconexas que fazem uma nova ordem universal.
(Falso) 4. A experimentação dos elementos que compõem a linguagem visa atender ao processo industrial e ao desenvolvimento tecnológico.

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