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Veja o gabarito da 1ª etapa do PRISE e PROSEL 2010


Dos 52.701 candidatos inscritos para a prova da primeira etapa dos Processos Seletivos 2010 da Universidade do Estado do Pará (UEPA), apenas 3.532 faltaram ao concurso, dos quais 985 foram do Programa Ingresso Seriado (PRISE) e 2.547 do Processo Seletivo 2010 (PROSEL), o que equivale a menos de 7% de faltosos. Os portões dos locais de prova fecharam às 8h, conforme estava previsto no edital. A Universidade não registrou nenhuma ocorrência grave durante o certame.

> Confira o gabarito e o boletim de questões

Em coletiva à imprensa, o Pró-Reitor de Graduação da UEPA, professor Ruy Guilherme Castro de Almeida e a Diretora de Acesso e Avaliação, Ionara Antunes Terra, esclareceram dúvidas e forneceram dados sobre os processos seletivos 2010. As provas foram aplicadas em 98 escolas, localizadas na capital e em 25 municípios paraenses. "O processo seletivo aconteceu sem anormalidade, com o número de faltosos dentro dos 10% esperados nos processos seletivos. Alguns candidatos não imprimiram seu cartão de confirmação com local de prova em tempo hábil, e acabaram vindo à reitoria hoje para resolver a questão, que foi contornada, e todos os alunos inscritos que chegaram aos campi da UEPA e aos demais locais de prova, no horário estipulado, conseguiram fazer as avaliações sem maiores ocorrências", disse Ionara Terra. "Nós trabalhamos em conjunto com as coordenações para que a 1ª, 2ª e 3ª etapa possam ser conduzidas da melhor maneira possível, e para que nos locais de prova, fiscais, e assessores estivessem atentos para qualquer eventualidade, e que no momento da prova o aluno se preocupasse apenas com sua capacidade em resolver as questões", diz Ruy Guilherme Castro de Almeida, pró-reitor de graduação.

Espera

Se para alguns candidatos a ansiedade de fazer a prova se ameniza com doces, orações e rituais particulares, alguns optam por uma solução infalível e já conhecida: o apoio da família. No dia das provas, são muitas as pessoas que aguardam no portão da universidade, esperando pela a saída de filhos, netos, sobrinhos, afilhados. Alguns atendendo aos pedidos dos candidatos, como é o caso de Socorro Paes, que vai esperar pela filha Rafaela Morin durante toda a prova. "Ela disse que se eu ficar esperando vai se sentir mais segura para fazer a prova. Então eu fico aqui, torcendo por ela, pedindo para Deus iluminá-la, e que ela possa chegar aonde eu não pude, que é conseguir fazer o nível superior", diz.

A espera acaba rendendo amizades, como aconteceu com Iracema Fagundes e Iracema Meireles, as duas "Iracemas" que se conheceram enquanto aguardavam o filho e o neto, respectivamente, no portão das universidades. "Nós já fizemos até corrente de orações juntas. Eu sempre aguardo do início ao fim da prova, porque acho que transmitimos a segurança e o apoio que eles necessitam. Se nós já ficamos ansiosos, imagine eles? Às vezes o nervosismo faz eles esqueceram o que estudaram. Por isso faço questão de vir, não para cobrar, mas para incentivar e apoiar", diz Iracema Fagundes, que aguarda pelo neto, que tenta uma vaga no curso de Engenharia Ambiental.

Já Iracema Meireles gosta de estar presente para o caso de algum imprevisto com o filho, que tenta uma vaga para tecnologia agroindustrial. "Eu gosto de ficar aqui para o caso de ocorrer algum problema ou faltar alguma coisa pra ele. A gente também acaba ajudando alguns candidatos que chegam sem saber seu local de prova, sem informação. Corta o coração ver que alguns perdem a prova por displicência deles e dos pais", diz.

Mais informações: http://www.uepa.br


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