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Provas anteriores são boa opção para treinar para os vestibulares 2011


Já começou a maratona de estudos para os candidatos aos vestibulares 2011. Uma boa opção de treino são as provas aplicadas pelas instituições em outros anos. É fundamental resolver exames anteriores, pois se acaba pegando o estilo da prova e isso evita principalmente a ansiedade.

Nos principais vestibulares de São Paulo as provas têm um estilo cada vez mais parecido. A tendência é que as provas da USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) se assemelhem. Assim como tende a acontecer com as avaliações da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Ou seja, estar familiarizado com um dos tipos de vestibular pode ajudar no outro.

As provas anteriores proporcionam um rico treinamento ao candidato, que terá a oportunidade de colocar em prática toda a teoria estudada. No geral, é interessante o aluno resolver provas de vários vestibulares e se aprofundar naquele que ele irá prestar para se acostumar com seu modelo.

Como se fosse de verdade

O ideal na hora de resolver as questões é simular o dia de vestibular. O estudante deve fazer os exames em um lugar bem iluminado, sentado corretamente, nunca em camas ou sofás. Nada de música e dos confortos que se tem em casa. O ambiente de estresse dos dias de provas também deve ser reproduzido. Se a prova costuma ser realizada no período da tarde, o vestibulando deve reservar o horário das 14h às 19h, ir para um lugar isolado da casa, levar água e lanchinhos, não levar celular e só sair de lá quando acabar o tempo estipulado.

É possível aproveitar melhor as provas de física, química e matemática para estudar o conteúdo, pois os assuntos são sempre os mesmos e as fórmulas não mudam. Esse treinamento seria a melhor maneira de verificar o grau de aprendizagem e identificar as dúvidas que possam surgir no meio do processo.

As provas de humanas e biologia servem mais para o candidato ver o modelo das questões, o uso de tabelas e mapas. Só fazer os exercícios e achar que é o bastante não vale, por que o programa é muito amplo, são matérias que se atualizam todos os anos. O candidato não pode esperar que vá cair uma questão parecida, pois os temas mudam.

Correção e estudos

Mesmo com essa diferença entre as disciplinas, é útil fazer todas as questões, ver a teoria relacionada, anotar e tirar dúvidas. É importante não desistir de nenhuma pergunta, se não conseguiu resolver tem que continuar tentando.

Uma vez terminada a prova, a correção das questões também pede muita seriedade. O aluno deve pegar o gabarito e as resoluções de cursinhos para comparar com o que ele fez. Se reconheceu uma deficiência deve ir para um estudo mais aprofundado, pegar um livro e procurar por que errou. O retorno de uma prova dessas pode ter um valor maior do que dos próprios estudos.

Outra dica é não resolver exames muito antigos. O ideal é pegar as provas aplicadas nos três últimos anos e verificar, também, se não houve mudanças no formato do vestibular. Universidades como USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) reformularam suas provas recentemente, exigindo do candidato maior atenção. Caso contrário, acaba estudando-se uma coisa e, quando vai ver, a instituição está cobrando outra totalmente diferente.


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