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Decisão sobre manter o uso do Enem no vestibular sai nesta sexta-feira


A manutenção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como substituto da primeira fase do vestibular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) será discutida sexta-feira pelo Conselho Universitário. A reunião, às 9h, será no Centro de Tecnologia e Geociências. Já a Universidade de Pernambuco (UPE) ainda não bateu o martelo sobre o assunto, mas a tendência é que a avaliação nacional continue de fora do vestibular, permanecendo apenas o conteúdo do Enem no processo seletivo. “Não posso assegurar que a decisão final sobre o uso do Enem no vestibular sairá sexta-feira. Pode ser que uma reunião não seja suficiente. O que garanto é que não será uma decisão precipitada”, destacou o reitor da UFPE, Amaro Lins. Ele espera, entretanto, que a universidade tenha a questão definida até o fim deste mês. Participam do conselho universitário pró-reitores, diretores e vice-diretores dos centros acadêmicos, representantes dos docentes, dos alunos e ex-reitores, entre outros. A Comissão do Vestibular (Covest) não tem assento no conselho, mas a presidente, Lícia Maia, foi convidada a participar (sem direito a voto).

Se depender da vontade do reitor, o vestibular deste ano será igual ao do ano passado: o Enem como primeira etapa e a Covest responsável pela segunda fase, com provas de disciplinas específicas. Mudaria apenas a distribuição dos pontos: cada etapa valeria 50%. Ano passado a primeira somou 45% e a segunda 55%, porque o teste de língua estrangeira, que ficou de fora do Enem, foi realizado pela Covest. Este ano, segundo o Ministério da Educação (MEC), a disciplina será inserida na avaliação.

Uma novidade, em relação a 2009, que o reitor vai propor, é a inclusão dos cursos de licenciaturas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesse caso, os candidatos a essas graduações não fariam o vestibular. Bastaria, como ocorreu na UFRPE e na Univasf, participar do Enem, que foi o único critério para ingresso. “Assim evitaríamos vagas ociosas”, observou Amaro. Vale lembrar que todas as decisões são submetidas à votação.

A reunião vai discutir também como será o preenchimento das vagas que ficaram ociosas no último vestibular (nos cursos de engenharia e em algumas licenciaturas). No caso das engenharias, a proposta (sujeita à aprovação) é de que seja feito um novo processo seletivo, com a nota do Enem na primeira fase e um dias de provas na segunda etapa. Para as licenciaturas, a seleção seria apenas o exame nacional.


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