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Estudo e preparação através das redes sociais

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Facebook, Twitter… Estas são as redes sociais mais acessadas no Brasil. E como tais são aproveitadas também para melhorar o desempenho de estudantes. Como? Um exemplo é no compartilhamento de assuntos relacionados às aulas. Os alunos que estão mais comprometidos com os estudos aproveitam para dividir impressões e conhecimentos com outros alunos e também com professores.

A troca de ideias gera uma dinâmica positiva no que se refere ao aprendizado, pois ao escrever sobre o assunto de aula, o aluno está basicamente relembrando o que aprendeu e esclarecendo suas dúvidas. Este é o resultado da interação entre pessoas que compartilham o mesmo interesse.

Professores já aprenderam a tirar proveito da tecnologia, usando as redes sociais para disponibilizar conteúdos rápidos, ampliando a sala de aula para melhorar a forma de aprendizagem de seus alunos.

As redes sociais filtram assuntos segundo os interesses de cada um, o que facilita a troca e o compartilhamento das informações. Sem contar que promove a solidariedade, a cooperação e a colaboração. Mas nunca se esquecendo de que nada substitui o professor em sala de aula, pois quanto mais informações na Internet, maior a necessidade do professor como intermediário.

A seguir relacionamos alguns links de conteúdo contidos nas redes sociais:

 

1. Facebook

– A página do Mundo Vestibular do Facebook, disponibiliza vários assuntos sobre vestibular, inclusive simulados e dicas sobre o Enem para facilitar o treinamento do aluno.

– O Site Enem Virtual possui também uma página no Facebook onde oferece links para seus artigos de aulas, e o aluno pode também esclarecer suas dúvidas e tecer comentários.

– Para quem quer saber um pouco mais sobre História e Atualidades, a página do Café História no Facebook é a ideal. Ali o estudante encontra textos, vídeos, comentários de outros alunos, professores, além de matérias sobre atualidades (muito importante para compor questões interdisplinares).

2. Twitter

– O site Mundo Vestibular também mantém uma página no twitter: https://twitter.com/VestibularEnem, onde divulga as últimas notícias do vestibular para que o aluno fique sempre atento.

– O portal Passeiweb (https://twitter.com/passeiweb) tem uma página onde também oferece as principais notícias sobre o Enem e vestibulares.

3. Brainly

Esta é uma rede social onde os estudantes conversam sobre suas lições de casa, em todas as disciplinas, ajudado uns aos outros. Isso contribui e muito para o aprendizado. Funciona da seguinte forma: tomemos como exemplo um aluno que não se dá muito bem com a Química e tem uma tarefa desta disciplina para fazer. Ele acessa o site, pede ajuda para fazer aquela tarefa e aquele que souber resolvê-la vem em seu socorro, ensinando como se faz. Com isso, ele tem uma verdadeira aula particular sobre o assunto que não dominava muito bem, podendo esclarecer todas as dúvidas.

 

4. Skoob

Rede social voltada para a leitura de livros, onde o estudante encontra resenhas, comentários dos participantes da rede que leram o livro em questão. Muito interessante para quem necessita se aprofundar em Literatura.

 

Para finalizar este artigo e ratificar o assunto, a Revista Veja, em 2009, na edição 2139, de 18 de novembro daquele ano, trouxe uma matéria mostrando que as escolas brasileiras haviam começado a usar as redes sociais a favor do ensino e que isso já estaria funcionando.

 

Outra matéria interessante sobre o assunto saiu no jornal O Estado de São Paulo, em 14 de março de 2010: “Redes sociais são alternativa para aprender e ensinar”. Desta vez falando sobre aprender novos idiomas (como exemplo, a página Tecla Sap, no Facebook). Mas hoje o título desta matéria também se aplica às disciplinas do Ensino Fundamental e Médio.

Ainda sobre as redes sociais e o aprendizado, a diretora do Instituto Crescer e doutoranda em Educação pela USP, Luciana Maria Allan, disse que não dá mais para a escola ignorar as redes sociais. Segundo ela, “as escolas precisam repensar a sua estratégia ou elas tendem a perder o sentido”.

 

Isso apenas comprova o que Pierre Lévy já sabia e publicou em seu livro Cibercultura (Ed. 34, de 1999), onde diz que “o futuro dos sistemas da educação está diretamente ligado na sua formação na cibercultura”.

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