Home EstudosSala de AulaHistoria Segundo Reinado: 4. As rebeliões do Período Regencial

Segundo Reinado: 4. As rebeliões do Período Regencial

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REVOLUÇÃO
FARROUPILHA
(1835 – 1840)


Os farroupilhas rejeitavam a
idéia de rendição.

Eclosão da revolta no Rio Grande do Sul, devido ao centralismo do Governo
Regencial e ausência de proteção do charque nacional em
concorrência com o charque platino.

Os líderes Bento Gonçalves, Davi Canabarro receberam o apoio
de Giuseppe Garibaldi.

Chegaram a proclamar duas Repúblicas: Piratini ou Rio
Grandense e República Juliana ou Catarinense.

Somente em 1945 o movimento acabou, sendo negociada a paz com Duque de Caxias.

 

CABANAGEM
(1835 – 1836)


Johann Bachta, paisagem freqüentada pelos Cabanos durante o movimento, século
XIX.


Índios da província do Grão-Pará.

De características populares, a Cabanagem ocorreu na província
do Grão Pará. A eclosão do movimento deveu-se ao abandono
político e a miséria da população (que vivia em
cabanas). A massa rebelde chegou a tomar o governo, porém, não
havendo consenso entre os cabanos sobre que rumo tomaria o levante e ocorrendo
traições internas, essa rebelião acabou sendo massacrada
em 1840 com um saldo de 40 mil mortes, numa população que não
chegava a 100 mil habitantes.

 


Representantes da camada média
da população baiana.

SABINADA
(1837 – 1838)

Restrita às camadas médias, a Sabinada ocorreu na Bahia, sob
a liderança do médico Francisco Sabino Álvares da Costa
Vieira (daí o nome Sabinada), foi um movimento cuja especificidade era
proclamar uma República provisória até a maioridade de
D. Pedro.

Acabou se desenrolando uma guerra civil sangrenta que foi sufocada por uma
intensa repressão militar, apoiada pelos latifundiários em Salvador.

 

 

BALAIADA
(1838 – 1841)


Fabricantes de balaios, século XIX.

A Balaiada se iniciou no Maranhão e caracterizou-se por ser popular,
e tinha como líderes o vaqueiro Raimundo Gomes, o fabricante de balaios,
Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, e o chefe de um quilombo, o negro Cosme.

O movimento que abalou o Maranhão, apesar das mortes, inclusive de
Manuel Francisco, “o Balaio”, apenas foi pacificado após
ser nomeado o Presidente da Província, o Coronel Luís Alves de
Lima e Silva (futuro Duque de Caxias)

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