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Brasil - A Imprensa



Primeira página do primeiro jornal brasileiro (impresso em Londres),
o Correio Braziliense, de junho de 1808.
A Colônia portuguesa era decadente e não tinha qualquer tipo de imprensa, os jornais que vinham para o Brasil eram produzidos na Inglaterra e chegavam com pelo menos 30 dias de atraso pois vinha de navio.

O primeiro jornal brasileiro foi o Correio Braziliense (armazém literário - 1808) com uma tiragem de 200 a 800 exemplares e tinha reflexões sobre a política brasileira. Surge também a Gazeta do Rio de Janeiro (trabalhando para o governo).

Com o advento da independência 1822, a nova constituição 1824, surge os debates "Monarquia ou República?"

O país não tinha qualquer tipo de tecnologia, muito menos papel que tinha que ser importado, e os jornais nascem se força e a maioria eram folhetins, e somente a partir de 1850 os jornais brasileiros começam a se modernizar tendo como base os padrões franceses e ingleses.

Porém, somente com o advento de Canudos e da Guerra do Paraguai e que pode se ver u pouco mais de consumo de jornal no Brasil.

- A imprensa tratou Canudos como um movimento de retorno à monarquia.

- Euclides da Cunha mostrou uma Canudos cheia de ignorância e de fanatismo popular e não um povo revolucionário com a sociedade decadente.

Os baixos índices de leitura do povo brasileiros justificavam a falta de consumidores e além do mais os jornais eram vendidos por assinatura que eram muito caras.

Somente após a segunda década do Século XX teremos o advento dos jornais que hoje são conhecidos do nosso dia-a-dia em 1921 nasce a Folha de São Paulo, 1925 O Globo e o Diário de São Paulo, grande parte dês impulso se deu com o processo de modernização e renovação cultural através da semana de arte moderna (1922).

A Coluna Prestes foi um movimento que levou ao povo brasileiro fatos do cotidiano até então desconhecido (pobres, abandonados, índios, negros, etc.)

O surgimento do Rádio no Brasil tem um papel de nacionalizar as informações, pois os jornais escritos circulavam apenas na “Corte”.

Neste período nasce a primeira escola de Jornalismo em Nova York (1908), e cm isto começa a ser empregado o estilo americano com “LID” (que, como, onde, quando e porque), onde o redator começa a tratar as matérias com um padrão gostoso, direto e objetivo.

Por volta dos anos 50 nascem os manuais de redação. O Repórter ESSO integrando a informação de forma geral.

O Brasil conta hoje conta com 400 diários (jornais) com cerca de 8.000.000 exemplares diários durante a semana e 12.000.000 aos domingos que é um número bastante pequeno, como dado comparativo a Argentina que tem um quinto da nossa população tem a mesma tiragem do Brasil.

As rádios tornaram sem interesses por não motivar os ouvintes.

As agencias de informação são fechadas e formam verdadeiros monopólios, vinculados aos veículos de comunicação arrendados a terceiros.

As televisões estão fundamentadas em verdadeiros Oligopólios.

Rede Globo com cerca de 45% da audiência, 200 emissoras e 75% do faturamento publicitário está em 1º lugar neste patamar.

2º SBT
3º RECORD
4º REDE TV
5º BANDEIRANTES

No setor de jornais escritos, o domínio é de família, sendo que a maioria dos diários brasileiros tem uma tiragem entre 15.000 e 45.000 exemplares e vivem principalmente as custas de publicidades oficias dos governos municipais, estaduais e federais.

Folha de São Paulo
Globo
O Dia
Estado de São Paulo
Diário Popular

As revistas estão centradas na Editora Abril e Globo com 90% do mercado de revista no Brasil.

A burguesia portuguesa atinge o seu auge na segunda metade do século XVIII, em grande parte devido à atuação do Marquês de Pombal. Desde então, a burguesia atingiu um peso significativo na ação política e econômica do reino.

Nota: Só mais tarde se utiliza o nome de classes. Nesta época designavam-se as classes sociais por estatutos sociais.

Fonte: USP

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